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Ficar com o problema, 10 anos depois

Há dez anos atrás, Donna Haraway lançou Ficar com o problema: fazer parentes no Chthuluceno, um livro que lança um chamado para o cultivo coletivo de habilidades de resposta aos problemas em torno do viver e morrer em um mundo devastado. Em 2020, em meio à crise instaurada pela pandemia de COVID-19, montamos o programa de estudos independentes em humusidades, que teve início com a leitura deste livro.

 

Comemorando os seis anos de nossos encontros e os dez anos da obra, organizamos um miniciclo de leitura condensado em dois encontros online, em que faremos um breve passeio pelos oito capítulos de "Ficar com o problema”. Este ciclo é ideal para quem ainda não leu o livro, ou para organizar a leitura, elencando as principais questões trazidas à tona pela autora. 

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humusidades é um programa de estudos independentes que surgiu em 2020, em meio à urgência por reencontros para o pensamento coletivo após o primeiro período de confinamento no quadro da pandemia de COVID-19. Desde então, mais de 900 pessoas já participaram dos ciclos de leitura, oficinas e conversas com pesquisadores e artistas. Seguindo a provocação de Donna Haraway, apostamos na possibilidade de pensar-com as humusidades, em vez de seguir à deriva em meio às humanidades. Assim, buscamos abrir espaços de refúgio para a imaginação de mundos em que possamos viver e morrer bem, juntas em diferença.

atividades

Há seis anos, organizamos ciclos de leitura e oficinas em torno do trabalho da Haraway e de suas inúmeras companheiras de viagem. Reunindo pessoas de diferentes experiências e áreas de interesse a cada atividade, nossa proposta é mesmo seguir abrindo tempos e espaços de encontro, de leituras, de aprendizado e de ajuntamento.

quem já participou

“​​humusidades é um espaço para estar e pensar-com, para aprender de maneira difratária, para nos tornarmos capazes de responder às urgências que nos convocam desde a espessura do presente. junto às companheiras de viagem de Haraway, entre leituras, conversas, relatos e proposições compostadas, entendemos que uma imaginação política se constitui ao fiar mundos com outres, sempre inesperados.”

Ana Luiza Braga

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